Amamentar

O sítio do Aleitamento Materno para cidadãos e profissionais de saúde

  

Mamilos planos e invertidos

Algumas mães pensam que os seus mamilos são muito pequenos para amamentar, mas o tamanho dos mamilos em "repouso" não é importante, dado que o mamilo é só 1\3 da porção da mama que o bebé deve introduzir na boca para sugar plenamente.

O mamilo fica mais saliente nas últimas semanas de gravidez e /ou logo após o parto, pelo que não é necessário fazer qualquer manobra ou usar qualquer método durante a gravidez.

Para além deste aspecto, pode tentar rodar o mamilo entre os dedos de modo a torná-lo saliente. 

A utilização de estimulação à formação dos mamilos e de formadores de mamilos durante a gravidez, é desaconselhada, dado que a estimulação pode desencadear contracções uterinas e não é evidente que os formadores de mamilo ajudem a melhorar o formato do mamilo, podendo ainda lesá-lo.

O que é importante é que coloque o bebé a mamar logo após o nascimento (durante a primeira meia hora a uma hora, ou logo que o seu bebé demonstre que procura o alimento (o que acontece entre os 8 e os 12 minutos, em grande número de recém nascidos). Evite ainda o uso de tetinas e de chupetas, para não prejudicar a adaptação do bebé à mama.

Pode deixar o bebé pegar do modo que ele quiser, promova o contacto pele a pele com o bebé e tente diferentes posições.

Se a mama está muito cheia, o mamilo fica menos saliente pelo que é benéfico extrair uma porção de leite para facilitar a pega do bebé.

A mãe pode ainda tentar espremer um pouco de leite para a boca do bebé; habitualmente, quando o bebé prova o leite, fica mais desperto e motivado para mamar.

Pode também tentar que o mamilo fique mais saliente, utilizando uma bomba ou uma seringa de 20ml, (ver figura Etapa 1; Etapa 2; Etapa 3) Este exercício realizado várias vezes ao dia durante 30, 60 segundos, e sempre antes de ir amamentar, tem demonstrado resultados positivos.

Se continua com dificuldades, após tentar estas técnicas, é importante que peça ajuda a um profissional de saúde ou a alguém com experiência em amamentação.
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Mamilos dolorosos e/ou com fissuras (gretados)

A causa mais comum das fissuras deve-se à má adaptação do bebé à mama da mãe (pega incorrecta) e ao número e duração inadequada das mamadas. Nesta situação a amamentação é dolorosa e/ou com menor frequência. O bebé que mama só no mamilo não consegue obter o leite suficiente, ficando frustrado. Por outro lado o leite não é retirado com eficácia, o que poderá levar à diminuição da sua produção. As fissuras mamárias são a causa principal de abandono precoce da amamentação.

 
Para prevenir as fissuras:
  • Coloque o bebé na mama na posição correcta e verifique se está a pegar correctamente;
  • Lave as mamas e os mamilos apenas no seu banho diário e evite o uso de produtos com sabão nessa zona;
  • Após o banho e no terminus de todas as mamadas coloque umas gotas do seu leite no mamilo e na aréola;
  • O bebé deve deixar a mama espontaneamente, mas se tiver que interromper a mamada deve colocar um dedo suavemente na boca do bebé de modo a suspender a sucção.
Para tratar os mamilos dolorosos ou com fissuras/gretas
  • Corrija a forma como o bebé está a abocanhar a mama e continue a dar de mamar. A maior parte das vezes a dor desaparece logo após essa correcção;
  • Inicie a mamada pelo mamilo não doloroso e se for necessário, excepcionalmente, interrompa com os cuidados apontados acima e mude de mama;
  • Aplique sempre leite materno nos mamilos após o banho e após as mamadas, pois facilita a cicatrização;
  • Coloque um creme de lanolina ou uma pomada cicatrizante;
  • Não utilize os discos de protecção;
  • Utilize um protector de mamilos;
  • Sempre que possível exponha os mamilos ao ar e até breves minutos ao sol, no intervalos das mamadas;
  • Se a dor é tão intensa que mesmo melhorando a colocação à mama, ela não desaparece, pode retirar o leite e dar ao bebé por copo ou colher até que o mamilo melhore ou cicatrize;
  • Se utilizar os mamilos artificiais (de silicone), tente o mais precocemente possível deixar de os usar, pois o bebé habitua-se e pode não conseguir pegar directamente na sua mama.
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Mamas muito cheias e ingurgitadas (dolorosas)

Quando o leite "desce", por volta do 2º, 3º dias, as mamas podem ficar quentes, mais pesadas e duras devido ao aumento de leite e à quantidade de sangue e de fluidos nos tecidos da mama. Pode ocorrer febre (a chamada ?febre do leite?), que em regra não ultrapassa os 38ºC (medida na axila), durante 24 horas. O seu leite sai com facilidade e, habitualmente, continua a dar de mamar sem dificuldade (Imagem 1). Mas por vezes, pode verificar que existe maior dificuldade na saída do leite (Imagem 2). É importante que dê de mamar com frequência para que o bebé alivie esse desconforto. É mais fácil ser o seu bebé a extrair o leite, mas também pode retirá-lo manualmente ou com extractor (bomba manual ou eléctrica). O importante é extrair o leite até sentir as mamas confortáveis.

Se depois de amamentar ainda verificar que tem as mamas duras (muito cheias) e dolorosas, retire algum do seu leite até as sentir confortáveis. Se no final de amamentar não sentir desconforto mamário, aguarde tranquilamente e se antes de amamentar novamente as mamas estiverem muito duras (demasiado cheias), retire uma pequena quantidade de leite e, só depois, coloque o seu bebé a mamar. Extrair pode facilitar a saída do leite (reflexo de ocitocina activo) e tornar mais fácil a pega do seu bebé. Após alguns dias, já sentirá as mamas mais confortáveis.

Algumas vezes, especialmente se o leite não é retirado em quantidade suficiente, as mamas podem ficar ingurgitadas. Nesta situação as mamas ficam tensas (duras), dolorosas e a pele apresenta-se brilhante, tornando-se por vezes difícil retirar o leite. A aréola está tensa e é difícil para o bebé pegar (abocanhar) uma quantidade suficiente da mama para conseguir mamar.

O importante não é a dimensão da mama, mas a sua consistência (dura ou confortável).

As mães por vezes amamentam menos porque têm dor, mas isso não é adequado pois a produção de leite nos primeiros dias mantêm-se, logo não melhora o ingurgitamento e ao fim de alguns dias a sua produção diminui porque a criança mama durante pouco tempo e /ou poucas vezes, de modo não eficaz, e o leite não é retirado. 

Imagens 1 e 2

Para prevenir o ingurgitamento:
  • Logo após o parto é importante iniciar a amamentação o mais precocemente possível e continuar a amamentar em horário livre (sempre que o bebé quiser);
  • Sempre que amamentar é importante a posição correcta da mãe e do bebé  e a verificação dos sinais de boa pega.
Para tratar o ingurgitamento
  • Coloque o bebé a mamar sempre que ele queira e até com maior frequência;
  • Diminua ligeiramente o seu consumo de líquidos;
  • Retire o leite da mama, colocando o bebé a mamar ou, quando não for possível, através da expressão manual ou com bomba (lave as mãos cuidadosamente antes de tocar nas mamas);
  • Se o bebé não consegue pegar, retire inicialmente um pouco de leite, a mama fica mais macia e o bebé poderá SEGUIDAMENTE sugar mais eficazmente;
  • Se o bebé não consegue mamar, retire o leite para um copo/taça manualmente ou com a ajuda de um extractor mecânico (bomba manual ou eléctrica) e depois ofereça ao bebé através de copo, colher de chá ou seringa,
  • Continue a retirar o seu leite com a frequência necessária e adequada para que as mamas fiquem mais confortáveis e até que o ingurgitamento desapareça.
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Para que o leite saia

Passos importantes para fazer a extracção de leite materno (estimulando o reflexo da ocitocina) e em especial se tem ingurgitamento:

ANTES DE AMAMENTAR
  • Esteja descontraída e com o bebé perto de si (para ouvir os seus sons e senti-lo próximo, pois facilita a saída do leite);
  • Massaje as mamas com água do chuveiro ou aplique um saco com água quente (protegendo-o com um pano) ou coloque água numa taça e ?mergulhe? a mama, massajando-a (em movimentos circulares) com a sua mão;
  • Coloque um creme hidratante nas suas mãos e massaje levemente com a ponta dos dedos ou com a mão fechada em movimentos circulares, da base da mama, em direcção dos mamilos.
DURANTE A AMAMENTAÇÃO
  • Mantenha, se possível, o saco com água quente (para tornar o leite mais fluido e dilatar os vasos sanguíneos);
  • Respire profundamente para conseguir descontrair, inspirando pelo nariz e expirando pela boca (como se estivesse a apagar uma vela);
  • Coloque o seu bebé a mamar;
  • Procure com os seus dedos a existência de nódulos (caroços), são pequenas porções de leite que está mais espesso. Se existirem, massaje delicadamente com a ponta dos seus dedos e creme hidratante, procurando orientá-lo no trajecto em direcção aos mamilos;
  • Alterne as posições do bebé, para que mame dos diferentes quadrantes da sua mama.
APÓS AMAMENTAR
  • Se as suas mamas ainda estão muito tensas (duras), e tem desconforto, retire um pouco de leite até se sentir confortável;
  • Se as mamas apresentarem inchaço (edema), pode aplicar água fria ou gelo dentro de um saco (também protegido com um pano);
  • Aplique o seu leite na zona dos mamilos e da aréola (onde o bebé ?pega?), para proteger e ajudar a recuperar a integridade da pele;
  • Beba uma pequena quantidade de uma bebida morna (não café, chá preto ou cacau), que a ajude a descontrair.
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Técnicas de extracção de leite materno
Como extrair o leite manualmente:
  • Lave as mãos antes de iniciar a extracção;
  • Sente-se confortavelmente, coloque o polegar sobre a parte superior da aréola e o indicador na zona inferior da aréola mamária e pressione em direcção ao tórax (costelas). Não deslize os dedos para não magoar;

  • Seguidamente aproxime os seus 2 dedos (como se estivesse a fazer uma pinça);
  • Repita o movimento (pressione e solte de seguida), habitualmente não é doloroso. Se sentir dor é porque não está a realizar a técnica correctamente;

  • O leite começa a sair, primeiro em pequena quantidade e depois em maior quantidade;
  • Para não lesar a sua mama coloque os seus dedos em diferentes posições. Ex: colocando-os lateralmente (indicador de um lado da aréola e polegar do lado oposto da aréola) e repita a técnica de extracção;

  • Faça expressão do leite até sentir que a mama já não está tensa.
Como extrair o leite mecanicamente:
  • Lave as mãos antes de iniciar a extracção;
  • Sente-se confortavelmente;
  • Certifique-se que todo o equipamento (extractor) está limpo e esterilizado (em casa);
  • Proceda à extracção.

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Bloqueio dos ductos (caroços na mama)

No mamilo abrem-se cerca de 10 a 20 canais que drenam o leite. Pode acontecer que alguns destes canais fiquem obstruídos, possivelmente porque o leite ficou espesso. Pode sentir um nódulo (inchaço) doloroso numa parte da mama, e o local ficar avermelhado. Habitualmente não surge febre e sente-se bem.

Esta situação tem como causas prováveis o uso de roupas apertadas (soutien), ter ocorrido um trauma (uma pancada) na mama, ou porque a criança não suga daquela zona da mama. Também SE COLOCAR O SEU DEDO INDICADOR NA PARTE DE CIMA DA MAMA PODE LEVAR AO BLOQUEIO DE UM DOS CANAIS (DUCTO).

Para tratar o ducto bloqueado
  • Para resolver esta situação, amamente em diferentes posições de modo a esvaziar todas as partes da mama (por exemplo, colocando o corpo do bebé debaixo do braço);
  • Pode ainda fazer uma massagem no local do nódulo (caroço) com os seus 2 dedos (indicador e médio) ou com a mão fechada com creme hidratante nos seus dedos, tentando direccioná-lo para o mamilo (faça uma leve pressão, com os dedos, no sentido do mamilo) para ajudar a esvaziar aquela parte da mama, em especial durante a “mamada”;
  • Use roupas largas e um soutien que apoie, mas não aperte a mama.

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Mastite

Se o ducto ou canal bloqueado não drenar o leite ou no caso de ingurgitamento mamário grave, pode ocorrer infecção. Quando isto ocorre a zona da mama fica avermelhada, quente, inchada e dolorosa. Isto pode ocorrer numa zona da mama (um quadrante ou mais). Geralmente ocorre febre elevada e sente-se grande mal-estar. Nesta situação estamos na presença de mastite. Se tem estes sintomas sugerimos que contacte o seu médico.

 
Para tratar a mastite:
  • O médico indicará os medicamentos que deve tomar;
  • É fundamental que repouse;
  • Retire o leite manualmente ou com extractor (bomba de extrair leite);
  • Aplique gelo ou compressas húmidas e frias sobre a área afectada antes de amamentar e, se for necessário, também nos intervalos, por períodos de 5 a 10 minutos, até sentir alívio da dor ou do desconforto.
  • A situação melhora habitualmente em dois dias.
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Pouco leite/choro do bebé

Pouco leite

Algumas mães pensam que o seu leite é insuficiente porque:

  • O bebé chora mais do que o habitual;
  • Quer sugar/mamar mais frequentemente;
  • Demora muito tempo a mamar;
  • Adormece a mamar;
  • O bebé parece não ficar satisfeito após a amamentação;
  • Faz intervalos longos entre as mamadas;
  • O bebé apresenta fezes duras, secas ou verdes;
  • O bebé recusa-se a mamar;
  • O leite não sai quando a mãe faz a expressão;
  • As mamas não aumentam durante a gravidez e após o parto;
  • O leite não “desceu” nos dias após o parto.

O que acontece na maioria das vezes, é sentir pouca confiança em que o seu leite seja suficiente, apesar de ter bastante leite. Habitualmente, mesmo quando a mãe pensa que não tem leite suficiente, o seu bebé está a receber tudo o que necessita. Todas as mulheres possuem um número semelhante de células produtoras de leite, independentemente do tamanho das mamas.

Saiba que quase todas as mães podem produzir leite em quantidade suficiente para um ou dois bebés. Quase todas podem produzir mais do que o seu bebé necessita. Se alguns bebés parecem não estar a receber a quantidade de leite materno que precisam pode ser porque não estão a mamar a quantidade suficiente ou porque não estão a pegar na mama correctamente. É muito raro a mãe não produzir o leite em quantidade suficiente para alimentar o seu bebé (OMS/UNICEF, 1995).

Por vezes as mães tentam amamentar a criança em horário rígido (ex: de 4/4 horas, etc…); deixam a criança esperar muito tempo para mamar; mudam de mama, quando o bebé ainda não esvaziou totalmente aquela em que está (a criança não ingere quantidade suficiente da gordura, que surge no final da mamada e fica insatisfeito), faz intervalos mais curtos, ou pode também estar a procurar o alimento permanentemente (a mama).

Parecer que tem pouco leite, é uma situação que pode ocorrer antes da sua descida, nos primeiros dias após o parto. Esteja mais atenta e se necessário solicite ajuda, até verificar que o seu bebé não tem dificuldade em pegar na mama. Sabe como funciona a amamentação? E qual a perda fisiológica (normal) de peso do bebé, nos primeiros dias de vida? O importante é avaliar a situação do peso do bebé às duas semanas de vida. O seu peso será semelhante ou superior ao do nascimento. Passe a avaliar a evolução do peso 1 vez por semana (de preferência no mesmo dia da semana).

Só dois sinais indicam que o bebé não está a receber leite suficiente:
  • O peso do bebé evolui lentamente (menos de 500 gramas por mês; ou peso inferior ao peso ao nascer após 2 semanas de vida);
  • A urina do bebé é muito concentrada (cor intensa e cheiro a urina) e em pequena quantidade (menos de seis micções por dia).
Verifique a quantidade e características da urina do bebé. Esta é uma avaliação útil e rápida. Um bebé que é exclusivamente amamentado e que está a receber o leite suficiente habitualmente urina pelo menos seis a oito vezes nas 24 horas, sendo a urina clara e diluída (líquida).

O seu bebé não necessita de outros alimentos até aos seis meses de idade.

Choro do Bebé

Pode pensar que não tem leite suficiente porque o bebé ”chora demais”. Muitas mães, por causa do choro do bebé, iniciam, desnecessariamente, a suplementação (com leite artificial). Habitualmente a suplementação não vai diminuir o choro. Por vezes o bebé até chora mais e podem aumentar as cólicas.

Se o seu bebé chora muito pode perturbar o relacionamento com a mãe e com o pai e entre os elementos da família. Procure informação sobre choro do bebé.

Razões porque choram, habitualmente, os bebés:
  • Desconforto (sujo, com frio ou calor);
  • Cansaço (visitas demais);
  • Doença ou dor (padrão alterado do choro);
  • Fome (não recebe leite suficiente, surto de crescimento às 2 e às 6 semanas e 3 meses);
  • Alimentação da mãe ( se excesso de ingestão de lacticínios, pode agravar as cólicas);
  • Algumas substâncias que a mãe toma (cafeína, cigarros, outras drogas);
  • Cólicas;
  • Bebés com “grandes necessidades nutricionais”.
 
Procure a causa e dê resposta às necessidades do seu bebé, para que ele repouse calmamente.

Se estiver muito ansiosa, irritada procure ajuda, para que todos fiquem tranquilos e este período seja vivido com bem estar.

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Bebé que recusa mamar
Por vezes o bebé parece recusar-se a mamar e isto pode levá-la ao stress, pois pode sentir-se rejeitada e frustrada com a experiência.
Há diferentes razões para a recusa do seu bebé. Habitualmente alguns bebés pegam correctamente, mas os reflexos de sucção e deglutição são muito débeis; por vezes o bebé pode debater-se com a mama, roda a cabeça de um lado para o outro, à procura da mama (para tentar pegar) e a mãe pensa que o bebé não quer mamar; às vezes o bebé mama durante uns minutos e depois interrompe brusca e rapidamente; às vezes mama numa mama e recusa a outra.
 
 

 O QUE FAZER? COMO RESOLVER A SITUAÇÃO?

Se o reflexo de sucção e deglutição é muito débil
  • Coloque o seu filho em contacto pele a pele consigo, sempre que possível (método canguru);
  • AMAMENTE sempre que o bebé tenha fome (em horário livre);
  • PERMITA QUE o bebé ESVAZIE primeiro uma mama até ao fim (até que ele pare espontaneamente), só depois OFEREÇA a outra mama (e só se o bebé manifestar interesse). Na próxima vez que amamentar comece na outra mama;
  • Acorde o bebé e não o deixe muito agasalhado, dado que isso favorece o adormecimento.
 
Se o bebé luta com a mama
  • Amamente num ambiente tranquilo e com poucos ruídos (em especial aos 9 meses de vida da criança quando esta identifica diversos pólos de interesse)
  • Coloque o seu filho em contacto pele a pele consigo, sempre que possível (método canguru);
  • AMAMENTE sempre que o bebé demonstre fome (em horário livre);
  • Não interrompa a amamentação PERMITA QUE o bebé ESVAZIE primeiro uma mama até ao fim (até que ele pare espontaneamente), só depois OFEREÇA a outra mama (e só se o bebé manifestar interesse). Na próxima vez que amamentar comece na outra mama;
  • Acorde o bebé e não o deixe muito agasalhado, dado que isso favorece o adormecimento.

Se o bebé interrompe bruscamente a mamada

  • Amamente num ambiente tranquilo e com poucos ruídos (em especial aos 9 meses de vida da criança quando esta identifica diversos pólos de interesse);
  • Coloque o seu filho em contacto pele a pele consigo, sempre que possível (método canguru);
  • AMAMENTE sempre que o bebé demonstre fome (em horário livre);
  • Tranquilamente, motive o seu bebé a pegar novamente. Não interrompa a amamentação PERMITA QUE o bebé ESVAZIE primeiro uma mama até ao fim (até que ele pare espontaneamente), só depois OFEREÇA a outra mama (e só se o bebé manifestar interesse). Na próxima vez que amamentar comece na outra mama;
  • Compare se essa mama está pouco cheia e/ou flácida em relação à outra.
 
Se o bebé recusa uma mama
  • Amamente num ambiente tranquilo e com poucos ruídos (em especial aos 9 meses de vida da criança quando esta identifica diversos pólos de interesse);
  • Coloque o seu filho em contacto pele a pele consigo, sempre que possível (método canguru);
  • AMAMENTE sempre que o bebé demonstre fome (em horário livre);
  • Coloque o bebé a mamar na posição como se estivesse a amamentá-lo na mama que o bebé prefere.
 
Se necessita/quer aumentar a produção de leite:
  • Amamente com mais frequência durante alguns dias;
  • Aumente o seu consumo de líquidos;
  • Amamente também de noite (a libertação da hormona prolactina (que leva à produção do leite) é superior durante a noite);
  • Retire o leite, sempre que não esteja com o bebé.

Se o seu filho está a aumentar de peso, está decerto a alimentar-se em quantidade suficiente.

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