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quinta-feira, 9 de Agosto de 2007
Evolução da duração do aleitamento materno em Portugal
Por admin @ 16:29 :: 8571 Visualizações :: 10 Comentários ::
 

Apresentam-se os gráficos sobre a duração do Aleitamento Materno em Portugal, a partir dos dados recolhidos nos Inquéritos Nacionais de Saúde.

 

 

Verifica-se, a partir dos três Inquéritos Nacionais de Saúde, que o Aleitamento Materno tem aumentado, no geral, em todas as regiões do país, com excepção do Alentejo.
 
Nos Açores e na Madeira só foram recolhidos os dados no último inquérito pelo que não se podem comparar com anos anteriores. É de salientar, no entanto, que é mais baixa a prevalência do Aleitamento Materno em ambas as Regiões Autónomas do que no resto do país, sendo a Região Autónoma dos Açores a que apresenta valores mais baixos.
 
Fontes:
Ministério da Saúde. Departamento de Estudos e Planeamento da Saúde. Inquérito Nacional de Saúde 1995/1996. Lisboa, DEPS, 1997.
 
Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Saúde Dr Ricardo Jorge.Observatório Nacional de Saúde. Inquérito Nacional de Saúde 1998/1999. Lisboa, ONSA, 2001.

Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Saúde Dr Ricardo Jorge.Observatório Nacional de Saúde. Inquérito Nacional de Saúde 2005/2006. Lisboa, ONSA, 2007.

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Comentários
por sara @ quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007 7:30
A grande prioridade da DGS deveria ser a formação em aleitamento materno dos profissionais .

por sara @ quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007 7:30
A grande prioridade da DGS deveria ser a formação em aleitamento materno dos profissionais .

por Catarina Amaro @ terça-feira, 4 de Março de 2008 13:25
Como podemos amamentar o bébé exclusivamente até aos 6 meses de idade se a licença de maternidade são apenas 4 meses (pagos a 100%) ou 5 meses (apenas pagos a 80%), eu já nem pergunto onde está o incentivo, apenas onde está a possibilidade?

por Bárbara Correia @ quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009 12:27
É perfeitamente possivel amamentar em exclusivo até aos 6 meses, mesmo quando se regressa ao trabalho ao fim de 4 ou 5 meses...
A extracção manual ou com a ajuda de uma bomba, permite que a mãe possa, no seu local de trabalho, extrair o leite necessário para o dia seguinte para o periodo em que mãe e bebé não estão juntos... Esta tecnica permite também manter a produção de leite!
É possivel... basta querermos...

Bjinhos
BABS

por Ofélialopes @ quarta-feira, 8 de Abril de 2009 15:49
Os profissionais podem orientar ensinando na resolução das dificuldades que as mães e famílias sentem, A formação é importantissima. Através da UCF,nós por cá fazemos formação interna e para as colegas do centro de saúde.Verificamos ser só os enfermeiros a frequentar estes cursos. Também sabemos que a influência dos outros membros da equipe que não valorizem o AM podem condicionar o sucesso do AM exclusivo como recomendado. Mas o esforço feito já é visivel. Continuemos a melhorar.

por ji @ terça-feira, 30 de Junho de 2009 12:25
A questão dos 6 meses é pertinente e não é assim tão fácil tirar leite no trabalho como querem fazer parecer. Primeiro porque requer tempo, depois porque nem toda a gente consegue tirar( o meu caso).

por Ana Mendonça @ terça-feira, 30 de Março de 2010 2:21
Tive o meu filho em Santander-Espanha. Lá tive aulas de preparação para o parto, apoio à amamentação e uma sessão onde aprendi a fazer massagens ao bébé. Todas estas actividades foram promovidas pelo sistema de saúde, e por isso, gratuítas. Porque é que o sistema nacional de saúde não oferece estes serviços tão importantes aos seus utentes? Graças às aulas de preparação para o parto e às aulas de amamentação é que eu me preparei para as primeiras semanas e não desisti de dar de mamar ao meu filho, apesar das dificuldades. E agora, com 11 meses, ainda mama e vai mamar até querer. Se nos centros de saúde existissem técnicas que não só promovessem a amamentação e ensinassem as mães a amamentar e a ultrapassar as dificuldades da amamentação as estatísticas eram outras.

por olinda casimiro @ domingo, 13 de Junho de 2010 18:20
este comentário é uma resposta ao comentario de Ana Mendonça
concordo com a sua opinião, no entanto gostaria de esclarecer alguns aspectos. sou enfermeira num Centro de Saúde, desenvolvo a minha actividade em torno da saúde da mulher e da Maternidade, onde se inclui Cursos de preparação para a maternidade, com a presença dos pais e sessões especificas de apoio ao aleitamento materno, assim como apoio presencial ao aleitamento materno no Cantinho de Amamentação, e Visita Domiciliásria em situações de necessidade. contudo estas actividades ainda não estão uniformizadas em todo o país mas estão em expansão muito rápida e o que considero fundaental, com tecnicos com formação muito actualizada.

por olinda casimiro @ domingo, 13 de Junho de 2010 18:22
este comentário é uma resposta ao comentario de Ana Mendonça
concordo com a sua opinião, no entanto gostaria de esclarecer alguns aspectos. sou enfermeira num Centro de Saúde, desenvolvo a minha actividade em torno da saúde da mulher e da Maternidade, onde se inclui Cursos de preparação para a maternidade, com a presença dos pais e sessões especificas de apoio ao aleitamento materno, assim como apoio presencial ao aleitamento materno no Cantinho de Amamentação, e Visita Domiciliásria em situações de necessidade. contudo estas actividades ainda não estão uniformizadas em todo o país mas estão em expansão muito rápida e o que considero fundaental, com tecnicos com formação muito actualizada.

por Carla Chambel @ domingo, 4 de Julho de 2010 3:02
Primeiro gostaria de congratular todos os profissionais e pais,assim como as condições dos serviços de saúde, que têm contribuído para o aumento significativo da amamentação, pelo menos a ver pelos dados que os gráficos apresentam. Sou mãe recentemente e não posso deixar de valorizar a competência dos profissionais, principalmente os de enfermagem, que contribuiram para o sucesso da amamentação do meu filho. Desde a motivação ao largo esclarecimento que fizeram sobre o tema, a ajuda na resolução dos obstáculos que foram surgindo, concelhos úteis e disponibilidade total. Isto fez-me crer que esta era a decisão mais acertada para mim e para o meu filho. É necessária preserverança e mais apoio do Estado, nomeadamente para a criação de Bancos de Leite Humano.

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